TAÇA
INDESEJAVÉL!
Nídia
Vargas Potsch
Passo a
passo
caminho
vagarosamente
ao seu
encontro,
adiando o
quanto possível
o triste
fim.
Minha
angústia
e sua
indiferença,
caminham
de mãos dadas.
Bebemos da
taça, o mel,
com gosto
amargo de fel,
brinde
esdrúxulo,
vazio, sem
sentido.
Já não
comungamos mais
dos mesmos
desejos,
interesses
e
coloridos sonhos.
Já não
somos mais os mesmos.
Travestidos com máscara ideal
a brindar
de través a solidão,
somos
apenas a sombra do amor
que um
dia, entre nós, existiu ...
@Mensageir@
RIO,
2008
Tubes
Lamanouche
Midi:
Sangrando
Arte e
formatação Marilda Ternura