Soneto de Rubi

                    Príncips

 

Contam as estrelas que amores verdade são raros...

Raros momentos perpetuados em nossas vidas...

 

Talvez,

Uma gata misteriosa em lilás que dá graça ao preto...

 

Quem sabe...

Uma pausa para amar em encontros;

E a cena revivida...

 

Os caminhos são tantos, longos até...

Nada é certo;

Mas é tão perfeito!

Como perfeitos são teus olhos jabuticaba,

O cheiro da boca e a moça que passava;

Agora tão perto...

E foram atos os sonhos distantes,

Até que durmam!

 

Crescente aroma de lua que tens,

Lua única encorpada...

Brilhante safira aos mares cinza,

Rende-se o sol inocente,

Dourado estigma de amar,

Em náufrago fôlego; enlace...

 

Alimenta-se amor em

Cafés-salmon, raiz forte, Cilada!

Sonhos com tartaruga?

Dormir sorrindo é até indecente...

"Pare o tempo!" E, se não parar;

Passe devagar... Atrase!

 

Príncips