Sonhos

               Príncips

 

Há tristezas que o tempo cobra em momento hábil

Agigantada em instante previsível sua mera força

E, não mais que naquele dia, lá estão as contas...

Entre passado, presente e futuro, um sonho frágil

 

Neste olhar que persistem nuvens e nada chove

Na terra semeada entre sulcos, flores e charcos

Tão somente a ilusão de ser em sina prostituta

Tal como serpentear vida em antídotos parcos...

 

Era a fé claúdia da semente guardada na mola mestra

Um pedinte cansado que outrora estendia e ora destra

Ou, um adeus guardado que teimava traído...

 

É, lá se vão os encontros, as lutas e as promessas,

Esvai-se em cobranças, nos atalhos, nas trilhas e rezas;

Finalmente se dorme...Dormitam sonhos caídos.

 

Príncips

São Paulo-Brasil

 

 

 


 
 
 

 
 



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