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Em repúdio e não me
reportando a textos e “balelas” sensacionalistas, exprimo aqui, a opinião,
de forma a sedar aqueles que malogram a humanidade
indefesa. Com o
respeito que reservo aos amigos e leitores, pronuncio com um misto de
orgulho e resignação as contra-especulações de inescrupulosos escritores,
sejam jornalistas ou juristas, quanto ao falecimento de Michael Jackson.
Como regra geral de vida, o
caráter e a dignidade construída ao longo de uma caminhada ladeada pelos
pais nos dá base para indignar-se com performances duvidosas de um mínimo
de fineza na educação
adquirida. A morte de Michael Jackson
foi cercada por mistérios. A imprensa sensacionalista injeta veneno na
opinião pública para, contudo, chamar atenção e assim, aproveitar-se de
mentes céticas e influenciáveis e adquirir o famoso
“IBOPE”. Não se fala na dor da
família, na dor da perda. Simplesmente,
especula-se... Concordar ou discordar é um
mero detalhe. A diferença é, no entanto, usar de uma pedestal intitulado
de ‘respeito’. Como de costume, sempre aparece algo para azedar e “sujar” facilmente a dor alheia. E isso iniciou a labuta dessa escrita. - Que assim seja - Um protesto! - Quem, em sã consciência, pode falar mal da vida de uma pessoa que
somente agora, vive? – só para
exemplificar:
Nessa
descrição, ajusto aqui o seu carma, que percorrido pelo mundo, sentia a
felicidade brotar no palco. Esse era a sua casa de fato. Tentou ser gente,
mas não conseguiu. E ainda hoje, depois de tudo,
ouço, aqui a rondar em meus ouvidos, afirmações tímidas e incrustadas de
maldade para autopromoção, que o artista não era exemplo digno... Digno de
que? Quem aqui é digno de algo mais que ele? Somos iguais perante Deus.
Agora me vem a maior dúvida:
quem sois vós, ó abutres promocionais, a ter a ousadia de falar... Que
fizeste da tua vida como arte? Que legado deixará? Que nome teu será
lembrado? – e nessa negativa, abaixa-se a
cabeça... Não suporto nem de longe,
ouvir agruras de formadores de opinião (como assim se intitulam) – para
mim são paradigmas mentais. Uma regra geral da vida no
convívio social é a personalidade marcada por faculdade de tensões nos
conflitos pré-existentes. Não tenho muito tempo para dispensar frente À
TV, mas, outro dia, ouvi de uma cantora (reservarei o nome), quando foi
indagada sobre a maldade da língua alheia – “Sinto inveja e pena dessas
pessoas – inveja por não ter o tempo dela e pena por desperdiçarem esse
precioso tempo com idiotices e bobagens que não levam ao crescimento
pessoal.” Essas pessoas convivem em uma
indesejável sociedade de adversários em que todos litigam contra todos, o
tempo todo. O que me vem à mente são
sempre os valores que cada um defende para si como princípios básicos de
caráter e qualidades intrínsecas.Isso implica em um cinismo social de verdadeiros atores em que
vivem uma vida de glamour e sambam de sapato branco na
lama. Pronto. Publiquei aqui a
minha indignação com os abutres de
plantão.
Meu
pedido?
É o meu pensamento e desejo. Sempre com todo o respeito, arriscando ser ingênuo, mas não me deixando levar pelo receio da tréplica. |
