Não tem
sentido,
Eu desacreditar nas
possibilidades
De um ou mais
desejos,
Mesmos que pareçam
contrários
À moralidade...
Eu não quero me sentir
perdido
Nesses medos, nessas
vulgaridades,
Ante às artimanhas de
preconceitos ou pejos
Que inibem as
impulsividades,
Levando-me ao caos da
letargia.
Esses excessos de
seriedades
Inibem minha
alegria,
Criam uma vida monótona e
triste
Como se as
adversidades
De dedo em
riste
Escolhesse para mim um viver
de tristeza,
Em detrimento a uma vida
normal
Com direito aos
sorrisos
E
às fantasias!
Tarcísio Ribeiro
Costa
Brasília,
15/10/2008